quarta-feira, 8 de abril de 2026

MORT CINDER – EDIÇÃO DEFINITIVA • Héctor Oesterheld • Alberto Breccia

Descobri os gigantes quadrinistas argentinos no fim da primeira década deste século, em Buenos Aires ou Montevidéu — não lembro ao certo —, o que me fez dar uma virada para os gigantes quadrinistas de lá; como o gigantesco Breccia, por exemplo (tenho obras dele desde a Métal Hurlant até um livro da Arnoldo Mondadori Editore).  Depois foram lançadas grandes obras deles por aqui. 

Um clássico absoluto do quadrinho mundial em uma edição de formato gigante e com novos extras, em comemoração aos 10 anos da Figura Editora.

Mort Cinder é a união do roteiro potente e profundamente humano de Héctor Oesterheld com a arte ao mesmo tempo clássica e vanguardista de Alberto Breccia culminou em uma obra indispensável para todo o fã de HQ.

Ezra Winston, proprietário de um antiquário londrino, vive cercado de objetos que trazem um pedaço da história. Um dia, um relógio estilo Luís VI misteriosamente volta a funcionar, enquanto lhe chega as mãos um intrigante amuleto. Ambos serão a chave de um intrincado enigma que fará Ezra adentrar pelos sombrios subúrbios de Londres, até levá-lo ao encontro de um ser imortal: Mort Cinder, o homem das mil mortes, se erguerá uma vez mais de sua tumba. Junto ao pó de suas roupas, está todo o peso da saga humana sobre a Terra: as obras da Torre de Babel, os navios do tráfico de escravos, as trincheiras da I Guerra Mundial, a mítica batalha das Termópilas... Mort Cinder esteve em meio a tudo isso, e volta ao mundo dos vivos para contar.

 “Héctor Oesterheld é o maior escritor de quadrinhos que já encontrei, porque era capaz de transformar um gag numa pequena novela. Era um mestre da narrativa." – Hugo Pratt

“A história dos quadrinhos é dividida em duas épocas: a que vem antes e a que vem depois de Alberto Breccia." – Frank Miller

Apresentação de Mariano Buscaglia, extras de Rodrigo Rosa e Antoni Segarra

 
Capa dura 
Formato 27 x 38 cm
304 páginas
ISBN 97865573403-4
Coordenação editorial e projeto gráfico: Ferréz e Thiago Ferreira
Edição e produção: Ivette Giraldo 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Exposição Joaquín Torres García – 150 anos • CCBB

Não sou muito fã de museus (fora Atenas, Moscou, São Petersburgo, nosso Lasar Segall, o porteño Xul Solar, &c). Até os que tentam ser não museus (como o Masp da grande Lina Bo Bardi) acabam caindo no mundo museu pós-século XIX, com aquele público de museus.

Até um Banco ter virado museu (tentativa de pagar os milhões de pecados?), que teve grandes exposições, acaba perdendo um pouco a força com esta do Torres Garcia (estando ele tão ligado à Montevideo, e a casa na Sarandí), com algumas conexões aleatórias com outros caras. Mas me deu aquela lembrança de uma cidade que tanto gosto.

 

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Yerba Mate [como hoje em dia está facil importar ervas...]

Agora estou com todas estas ervas mate, algumas com duas embalagens (e uma com 3):

La Merced Barbacuá (grande marca, e uma Barbacuá)

La Merced de Monde (a de 3)

La Merced de Campo

Canarias (A Uruguaia padrão)

Cruz de Malta (faz décadas que não tomo esta. Eu gostava bastante)

El Moncayo Orgânico

Amanda Orgânico (na época que vendia esta marca, não orgânica, eu comprava bastante no Rei do Mate da São João)

CBSé Hierbas Serranas

Cosentina com Cannabis